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Itacoatiara desvairada

1 jan

Por Alana Santos


Saindo de Manaus




Rua Principal de Itacoatiara




Orla de Itacoatiara – 31/12/2009




Praça da Catedral

Pedra histórica que deu origem ao nome Itacoatiara (pedra gravada, esculpida, lavrada)

1744 a 1754; cruz com três degraus; palavra “Tropa”. Essa palavra simboliza o período de colonização, pelos portugueses, do Amazonas. Na época, os jesuítas vinham catequizar os índios com a proteção dos soldados (“tropa”).


Estrada

Igrejinha na estrada




Chegando em Manaus

Itacoatiara????

**Pessoal, apreciem a cidade, porque a câmera é do século passado (a culpa nem sempre é do fotógrafo hehe)

A Pedra Histórica deu origem ao nome Itacoatiara (pedra gravada, esculpida, lavrada)

Um belo dia para passear

26 out

Foto-A0110compacta

1 minuto depois …

Foto-A0111compacta

E não se esqueça de usar sapatos confortáveis ...

Faça a diferença [?]

7 out

Por Alana Santos

docontra1

Jornalismo diferente: a utopia das universidades. “Vamos fazer o diferente pessoal!” é uma ótima frase para tentar ser o diferente. Agora, vamos analisar os formandos. Quantos desistiram da profissão? Quantos estão trabalhando nos jornais locais etc etc? (quem é aluno tem noção)

O diferente é bom dentro das universidades, onde a gente pode fazer o que quiser: fugir do lead, usar um estilo literário, ter uma opinião própria (se é que é possível), filmar por outro ângulo …
Mas não na TV, no Rádio, no Impresso …

O problema não é tentar ser diferente, o problema é que o público não é diferente. Odeia mudanças, odeia pensar, pesquisar … E a gente segue as tendências, as novas modinhas do tempo da vovó, os mesmos entrevistados “cults”, o mesmo blá blá blá. Porque o novo surge sem público, continua sem por uns 4 meses, depois começa a jogar algumas propagandazinhas e pronto: subiu mais 1 ponto na audiência.

povão palco

E qual é a solução:

reinvindicar o diploma? continuar debatendo em trocentos congressos de comunicação? fazer uma chacina?
escrever em blogs?
colocar uma crítica individual implícita em uma matéria e ser despedido depois?
Não. O negócio é começar a formar jornalistas no ensino fundamental.
Se fosse assim, não seria preciso criar desculpas sobre a necessidade de um diploma.

florindoaprendealer

Florinda Fillipe aprende ler e escrever aos 90 anos


O que você acha? Comente aí e faça a diferença.

Brigas injustificáveis – Dias de fúria

17 ago

Por Fabíola Abess

Michael Douglas interpretando um clássico da sessão da tarde

Michael Douglas interpretando um clássico da sessão da tarde

Quantas discussões você já presenciou hoje na rua?

Essa deveria ser uma pergunta comum àqueles que saem todos os dias de suas casas para ir as suas obrigações diárias.

A causa pode ser desconhecida, mas é bem comum presenciar brigas e discussões por motivos banais pela cidade, e tem sido tão freqüente como nas metrópoles de São Paulo e Rio de Janeiro, onde balas perdidas já não são nenhuma novidade nos noticiários.

A Baricéa está crescendo. Isso não é de se estranhar, mas as pessoas não têm lidado bem com as mudanças. As obras do viaduto do Coroado e o desvio no trânsito da Efigênio Sales estressam qualquer um às seis horas da tarde nos principais pontos da cidade, um dia desses vi algo inusitado: um engarrafamento ao lado do Terminal 3 da Cidade Nova! E nem eram 18h!

Brigas intoleráveis começam e terminam do nada, e fazem jus ao ditado popular de que ´´quando um quer, dois não brigam´´.

Seguem abaixo alguns casos reais a serem pensados:

1. Um esbarrão na rua, o desatento passa direto e a mulher adiposa grita:

– seu corno, não presta atenção não?

O homem pára no meio da calçada e grita:

– @#$@%#¨$%¨%&#$¨&$&#$&

A mulher já pensa em revidar, o homem pensa em voltar, mas segue o seu caminho…

2. 22h, ônibus vazio e trânsito tranqüilo. Mas o motorista, talvez sonolento erra o caminho do 440 para a Cidade Nova e acaba seguindo pela Av. Constantino Nery, todos calados em silêncio, mas um passageiro não admite o erro:

– p… motora, tu ta doido é? Abestado, não presta atenção no caminho, #$@$@$%@%@.

– cala a boca! CALA A BOCA!

-!@#$@#%#%¨$%YHDBNDST#$T

-cala a boca!!!!!!!

(o motorista para o veículo e prossegue na discussão).

As vozes se exaltam e o cobrador acaba se metendo para evitar qualquer desentendimento maior.

3. Um dono de bancas de revista e um prestador de serviços brigam por causa de um carro mal estacionado no corredor de um museu. Enquanto isso um grupo de jovens tenta escutar a explicação da guia do museu, os homens por algum motivo param a discussão e cada um segue o seu caminho.

Histórias a serem repensadas…essas brigas injustificáveis são resultado do crescimento não planejado das cidades, ou há um novo comportamento de hostilidade entre o povo Baré?

Esses dias de fúria relembram a atuação do Michael Douglas, no clássico da sessão da tarde ‘Um dia de fúria’, quando um pai de família americano sai desorientado pelas ruas armado com uma metralhadora, socando todos pelo caminho, logo depois de ter se estressado com uma propaganda de hambúrguer numa lanchonete fast-food.